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Educadores de Araguaçú protestam pelo cumprimento do PCCR

Prefeitura não recebe a categoria para negociar

Educadores da rede municipal de Araguaçú realizaram um ato público nesta quarta-feira, 19, em frente a prefeitura municipal. Usando camisetas brancas, faixas e cartazes cobrando respeito e valorização, os professores chamaram a atenção e denunciaram que a gestão não recebe os profissionais para negociar.

Entre as reivindicações dos professores está a cobrança pelo cumprimento do plano de carreira do magistério (progressões) e o pagamento do reajuste do piso salarial referente ao ano de 2018, na tabela.

De acordo portaria do MEC, o reajuste no piso salarial docente para 2018 é de 6,81%. Com isso, o valor mínimo que professores devem receber pela jornada de trabalho é de R$ 2.455,35, mais a carreira. Esse reajuste é determinado por lei e deve ser realizado anualmente, com base no valor dos recursos destinados ao Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

Estudo financeiro realizado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet) comprova que o município tem capacidade econômica para aplicar o reajuste.

A gestão municipal propôs reajuste de 2%, índice rejeitado por unanimidade pelos professores. O impasse entre executivo e categoria continua, já que o executivo frustrou todas as formas de diálogo.

Sem avanço nas negociações, o assessor jurídico do Sintet, Silvanio Mota disse que vai buscar vias judiciais para o desenrolar do caso.

O presidente do Sintet, José Roque Santiago, o vice, Iata Anderson, o assessor jurídico, Silvanio Mota e a presidente da regional de Gurupi de Gurupi, Gabriela Cardoso e diretores regionais estiveram presente no ato público.