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Sintet cobra segurança sanitária na volta às aulas


Com a volta às aulas, ainda que de forma remota, o trânsito de servidores e da comunidade escolar como um todo está intenso nas unidades de ensino devido a entrega das atividades, porém não se tem notícia das medidas que a SEDUC disse que realizaria para garantir a segurança sanitária dos profissionais da educação

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet) encaminhou à Secretaria Estadual da Educação (SEDUC) uma notificação extrajudicial cobrando a segurança sanitária dos profissionais da educação nas unidades de ensino na volta às aulas.

O Sintet solicitou que a secretaria informe sobre como estão sendo feitos os procedimentos de segurança sanitária nas unidades de ensino prometidos pela pasta. Apesar das aulas presenciais estarem previstas para começar no mês de agosto, o trânsito de servidores e da comunidade escolar nas escolas está intenso por conta das entregas das atividades das aulas remotas.

“A situação é preocupante, pois coloca em risco a saúde dos profissionais da educação e da própria comunidade escolar”, disse o presidente do Sintet, José Roque Santiago. Até o momento não se tem notícia de tais procedimentos de desinfecção ou de outras medidas cabíveis para resguardar a segurança sanitária nas instalações escolares.

Além da SEDUC, o Sindicato também está notificando as prefeituras municipais que decretaram a volta às aulas durante a pandemia. O Sindicato quer que os gestores públicos garantam a segurança sanitária dos profissionais da educação dentro das escolas.

Para o Sintet, diante do cenário da pandemia, em primeiro lugar é preciso cuidar das vidas, e só depois reorganizar os calendários escolares nas diversas redes de ensino. “Precisamos antes de tudo zelar pela vida”, disse o presidente.

A decisão de notificar a SEDUC e as prefeituras foi um encaminhamento da reunião da diretoria do Sintet que aconteceu on-line na última semana. A diretoria está discutindo de forma remota, semanalmente, o retorno às aulas nos municípios e outros impactos da pandemia do coronavírus para a educação.